A disfunção erétil (DE) aumenta progressivamente com a idade, mas isso não significa que é normal ou inevitável — muito menos que deve ser aceita sem tratamento. Em São Paulo, onde a população idosa cresce rapidamente e a expectativa de vida masculina supera os 75 anos, o número de homens acima dos 60 anos que buscam tratamento para DE tem aumentado significativamente. Estudos brasileiros mostram que a prevalência de DE em homens entre 60 e 69 anos chega a 70%, e acima dos 70 anos ultrapassa 85%. No entanto, com o arsenal terapêutico moderno — desde medicamentos orais até implantes penianos —, a grande maioria dos idosos pode retomar uma vida sexual satisfatória com segurança. O Dr. Ricardo Inserra, urologista especialista com mais de 20 anos de experiência e inscrito no CRM-SP, atende idosos com DE em São Paulo, nos bairros de Moema, Itaim Bibi, Jardins e Paulista, com abordagem respeitosa, individualizada e baseada nas mais atualizadas evidências científicas. Neste artigo, você vai entender por que a DE é mais comum no idoso, quais são as opções de tratamento e como adaptar o cuidado às particularidades da saúde do paciente mais velho.

Por Que a Disfunção Erétil é Mais Comum em Idosos

Com o envelhecimento, múltiplos mecanismos convertem para comprometer a função erétil. A queda gradual da testosterona (andropausa) reduz o desejo sexual e a responsividade ao estímulo erótico. As artérias que irrigam o pênis sofrem aterosclerose progressiva — enrijecimento e estreitamento — que reduz o fluxo sanguíneo necessário para a ereção. Os nervos penianos perdem sensibilidade e condução. Os tecidos eréteis (corpos cavernosos) acumulam fibrose que dificulta a expansão necessária para a ereção. Além do componente vascular e neurológico, as comorbidades prevalentes em idosos contribuem diretamente para a DE: hipertensão arterial (presente em mais de 60% dos brasileiros acima de 65 anos), diabetes mellitus (30% dos idosos), doença coronariana, insuficiência cardíaca, depressão, sedentarismo e obesidade — todas associadas de forma independente à DE. Muitos medicamentos usados por idosos também causam DE como efeito colateral: betabloqueadores, tiazídicos, antidepressivos ISRS, antipsicóticos, bloqueadores H2 e anti-hipertensivos em geral. A avaliação desses fatores é fundamental antes de definir o tratamento mais adequado para cada idoso.

Medicamentos para DE em Idosos: Segurança e Eficácia

Os inibidores de fosfodiesterase 5 (iF5) — sildenafila (Viagra), tadalafila (Cialis) e vardenafila — são os medicamentos de primeira linha para DE em idosos e têm perfil de segurança bem estabelecido. Estudos de fase III com pacientes acima de 65 anos demonstraram taxas de resposta de 65 a 75% com tadalafila e sildenafila. A tadalafila de uso diário (5 mg/dia) é especialmente conveniente para idosos por não exigir planejamento da relação — efeito sustentado por 36 horas (“Cialis do fim de semana”). As contraindicações absolutas em idosos incluem: uso de nitratos (nitroglicerina, isossorbida — risco de hipotensão grave) e uso de inibidores alfa-1-adrenérgicos em dose alta. Idosos devem iniciar com dose menor (sildenafila 25 mg, tadalafila 5 mg) e ter a dose ajustada conforme resposta e tolerabilidade. A avaliação cardiovascular prévia é obrigatória para verificar se o paciente tem condição de tolerar o esforço físico da atividade sexual, independentemente do medicamento utilizado. O Dr. Ricardo Inserra em São Paulo avalia cuidadosamente cada idoso antes de prescrever iF5, garantindo máxima segurança terapêutica.

Quando os Medicamentos Orais Não São Suficientes: Injeções e Implante Peniano

Quando os inibidores de PDE5 não produzem resposta satisfatória — o que ocorre em 30 a 40% dos idosos, especialmente os que têm diabetes avançado, doença vascular grave ou lesão medular —, existem alternativas eficazes. As injeções intracavernosas de alprostadil (prostaglandina E1) são aplicadas diretamente no corpo cavernoso do pênis com uma agulha fina, produzindo ereção em 5 a 10 minutos independentemente da estimulação sexual ou da presença de doença vascular. São altamente eficazes (85-95%) mesmo em casos refratários aos iF5. A uretrosterapia com alprostadil (MUSE) é um supositório uretral que pode ser usado como alternativa menos invasiva às injeções. O dispositivo de ereção a vácuo (DEV) é um cilindro plástico que cria vácuo ao redor do pênis, causando ingurgitamento sanguíneo; um anel de constrição na base mantém a ereção durante a relação. É seguro, sem efeitos sistêmicos e especialmente adequado para idosos com contraindicação a medicamentos. O implante peniano (prótese peniana) é a solução definitiva e mais satisfatória para casos refratários a todos os outros tratamentos. O Dr. Ricardo Inserra em São Paulo realiza implantes de prótese peniana maleável e inflável, com alta taxa de satisfação tanto do paciente quanto da parceira.

Abordagem Holística: Além do Medicamento

O tratamento da DE em idosos vai muito além da prescrição de um comprimido. O Dr. Ricardo Inserra em São Paulo adota uma abordagem holística que inclui: revisão de medicamentos em uso (identificar e, quando possível, substituir fármacos que causam DE); otimização do controle de comorbidades (pressão arterial, glicemia, perfil lipídico); avaliação hormonal com reposição de testosterona quando indicada clinicamente; orientação sobre mudanças de estilo de vida (atividade física regular, perda de peso, cessação do tabagismo — que melhoram a função endotelial e o fluxo vascular penianos); suporte psicológico para ansiedade de desempenho, depressão ou conflitos relacionais comuns em idosos; e envolvimento respeitoso da parceira no processo terapêutico. A atividade física, em particular, tem evidências robustas de melhora da DE em idosos: 30 a 40 minutos de exercício aeróbico de intensidade moderada (caminhada rápida, natação, bicicleta) 3 a 5 vezes por semana melhoram a função erétil de forma significativa e clinicamente relevante, independentemente do uso de medicamentos. Nos bairros de Moema, Itaim Bibi, Jardins e Paulista em São Paulo, o Dr. Ricardo Inserra acolhe idosos com DE e seus cônjuges para consultas abrangentes e sem tabus.

Perguntas Frequentes

Com 70 anos é normal ter disfunção erétil?

Embora seja mais comum com o envelhecimento, a DE não deve ser aceita como consequência inevitável e sem tratamento. A expectativa de vida sexual ativa nos idosos aumentou muito com as opções terapêuticas atuais. Homens de 70, 80 e até 90 anos podem ter vida sexual satisfatória com tratamento adequado. A idade não é contraindicação ao tratamento da DE.

O uso de Viagra em idosos hipertensos é seguro?

Idosos hipertensos podem usar sildenafila ou tadalafila desde que não estejam em uso de nitratos. A interação entre iF5 e anti-hipertensivos pode causar queda leve da pressão, que geralmente é tolerada. Betabloqueadores e tiazídicos têm baixo risco de interação significativa com iF5. Bloqueadores alfa-1 requerem cuidado e devem ser separados por intervalo de tempo do iF5. A avaliação cardiorrespiratória prévia é sempre recomendada.

O implante peniano interfere com a sensibilidade do pênis?

Não. A prótese peniana é implantada dentro dos corpos cavernosos, sem alterar os nervos sensoriais da glândula e da pele peniana. A sensibilidade do pênis e a capacidade de atingir o orgasmo são preservadas. A ejaculação também é mantida. A prótese apenas substitui a capacidade de ingurgitamento hidráulico dos corpos cavernosos, sem afetar outras funções sexuais.

Posso ter vida sexual ativa após um infarto?

Na maioria dos casos sim, após um período de recuperação e com avaliação cardiológica adequada. O esforço físico da relação sexual é comparável a subir dois lances de escada em ritmo moderado. Se o paciente tolera essa atividade sem sintomas cardíacos, geralmente está apto para retomar a vida sexual 4 a 8 semanas após o infarto. O cardiologista e o urologista devem trabalhar juntos nessa avaliação.

Reposição de testosterona melhora a ereção em idosos?

Quando há hipogonadismo confirmado (testosterona baixa com sintomas), a reposição de testosterona melhora a libido, o humor e pode potencializar o efeito dos iF5. Por si só, a reposição raramente normaliza a ereção sem o uso concomitante de iF5 em idosos com componente vascular significativo. A testosterona deve ser prescrita somente após exclusão de câncer de próstata ativo e com monitoramento periódico do PSA e do hematócrito.

Conclusão

A disfunção erétil em idosos é tratável e merece abordagem especializada e sem preconceitos. Com o arsenal terapêutico atual — desde iF5 até implantes penianos —, a grande maioria dos homens idosos pode retomar uma vida sexual satisfatória e com segurança cardiovascular. O Dr. Ricardo Inserra, urologista especialista com mais de 20 anos de experiência e CRM-SP, atende idosos com DE em São Paulo, com consultórios em Moema, Itaim Bibi, Jardins e Paulista. A atividade sexual saudável é parte importante da qualidade de vida em qualquer idade — não há por que abrir mão dela.

SEO content by The Turn AI

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *