A hiperplasia prostática benigna (HPB), popularmente chamada de “próstata aumentada”, é uma das condições urológicas mais comuns em homens acima dos 50 anos. Em São Paulo, onde a expectativa de vida masculina está entre as mais altas do Brasil, o número de homens afetados cresce a cada ano. Estima-se que mais de 50% dos homens com 60 anos e cerca de 90% dos homens com 80 anos apresentem algum grau de HPB. Apesar de não ser câncer, a hiperplasia prostática benigna pode comprometer significativamente a qualidade de vida, provocando dificuldade para urinar, jatos fracos, idas frequentes ao banheiro durante a noite (noctúria) e sensação de esvaziamento incompleto da bexiga. O Dr. Ricardo Inserra, urologista especialista em Moema e no Itaim Bibi com mais de 20 anos de experiência e registrado no CRM-SP, oferece avaliação completa e as mais modernas opções terapêuticas para HPB em São Paulo. Neste artigo, você vai entender as causas, o diagnóstico e todos os tratamentos disponíveis para hiperplasia prostática benigna em 2026.
O Que é a Hiperplasia Prostática Benigna e Por Que Ocorre
A próstata é uma glândula do tamanho de uma noz presente exclusivamente nos homens, localizada abaixo da bexiga e ao redor da uretra. Sua função principal é produzir parte do líquido seminal. Com o envelhecimento, ela tende a crescer naturalmente sob influência dos hormônios masculinos, especialmente a dihidrotestosterona (DHT). Quando esse crescimento pressiona a uretra, surgem os sintomas do trato urinário inferior (STUI). A Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e a European Association of Urology (EAU) classificam os sintomas em dois grupos: obstrutivos (jato fraco, hesitância, gotejamento terminal, esvaziamento incompleto) e irritativos (urgência, frequência aumentada, noctúria). Não existe uma causa única; fatores genéticos, metabólicos, inflamatórios e hormonais contribuem para a HPB. Homens obesos, diabéticos e com síndrome metabólica apresentam maior risco de desenvolver sintomas mais graves. Em São Paulo, o sedentarismo e a dieta rica em gorduras saturadas são fatores agravantes identificados nos consultórios do Dr. Ricardo Inserra nos bairros da Paulista e Jardins.
Diagnóstico: Quais Exames São Necessários
O diagnóstico da hiperplasia prostática benigna começa com uma consulta detalhada, onde o urologista aplica o International Prostate Symptom Score (IPSS), um questionário padronizado internacionalmente que avalia a gravidade dos sintomas. A partir do escore, classifica-se a HPB como leve (0-7), moderada (8-19) ou grave (20-35). Após a anamnese, realiza-se o toque retal, exame insubstituível que avalia o volume, a consistência e a superfície da próstata. Entre os exames complementares, destacam-se: o PSA sérico (para excluir câncer de próstata), o ultrassom de vias urinárias com medida do volume prostático e do resíduo pós-miccional, a urofluxometria (que mede a velocidade e o volume urinado) e, em casos selecionados, a urodinâmica completa. A ressonância magnética multiparamétrica pode ser solicitada quando há suspeita concomitante de câncer. O Dr. Ricardo Inserra, com consultório em Moema e Itaim, realiza a investigação completa em uma única visita, com laudos rápidos e orientação imediata sobre o melhor tratamento para cada paciente em São Paulo.
Opções de Tratamento: Do Medicamento à Cirurgia
As diretrizes da AUA (American Urological Association) e da SBU recomendam tratamento escalonado conforme a gravidade dos sintomas. Para HPB leve a moderada, a primeira linha é a mudança de estilo de vida associada a medicamentos. Os principais fármacos são os alfa-bloqueadores (tansulosina, silodosina, alfuzosina), que relaxam a musculatura do colo vesical e da próstata, e os inibidores da 5-alfa-redutase (finasterida, dutasterida), que reduzem o volume prostático. A combinação dessas duas classes é especialmente eficaz em próstatas maiores que 40 mL. Para casos refratários ou com complicações (retenção urinária, infecções urinárias de repetição, cálculos vesicais), indica-se tratamento cirúrgico. A ressecção transuretral da próstata (RTUp) permanece o padrão-ouro para próstatas de 30 a 80 mL. Para próstatas maiores, a prostatectomia aberta ou robótica é preferida. Procedimentos minimamente invasivos como Rezum e UroLift oferecem recuperação mais rápida com eficácia comprovada para perfis selecionados. Em São Paulo, o Dr. Ricardo Inserra domina todas essas técnicas e indica a mais adequada para cada paciente, levando em conta suas comorbidades, preferências e expectativas.
Quando Procurar o Urologista: Sinais de Alerta
Muitos homens normalizam os sintomas urinários e demoram anos para buscar ajuda, o que pode levar a complicações graves como retenção urinária aguda, lesão vesical e insuficiência renal obstrutiva. Em São Paulo, o Dr. Ricardo Inserra orienta que qualquer homem acima de 45 anos com dificuldade miccional, jato fraco, idas frequentes ao banheiro à noite (mais de 2 vezes) ou sensação de bexiga cheia mesmo após urinar deve agendar consulta sem demora. Situações de emergência incluem incapacidade total de urinar (retenção urinária aguda), sangue na urina (hematúria) e infecção urinária recorrente. Nesses casos, o atendimento deve ser imediato. A boa notícia é que, com diagnóstico precoce e tratamento adequado, a grande maioria dos pacientes recupera qualidade de vida excelente. O consultório do Dr. Ricardo Inserra, localizado nos bairros do Itaim Bibi e Moema, atende homens de toda a Grande São Paulo, com agendamento facilitado pelo WhatsApp.
Perguntas Frequentes
HPB pode virar câncer?
Não. A hiperplasia prostática benigna e o câncer de próstata são doenças distintas, com origens celulares diferentes. Ter HPB não aumenta o risco de câncer, porém ambas as condições podem coexistir. Por isso, o PSA e o toque retal são realizados em conjunto para investigar cada caso individualmente, conforme orientação da SBU.
É possível tratar HPB sem cirurgia?
Sim. A maioria dos pacientes com HPB leve a moderada obtém boa resposta com medicamentos e mudanças de estilo de vida. Procedimentos minimamente invasivos como Rezum e UroLift também evitam a cirurgia convencional. A indicação depende do volume prostático, gravidade dos sintomas e preferência do paciente.
O tratamento para HPB afeta a ereção?
Alguns medicamentos, como os inibidores da 5-alfa-redutase, podem reduzir a libido em uma minoria de pacientes. Os alfa-bloqueadores geralmente não afetam a função erétil, mas podem causar ejaculação retrógrada. Os procedimentos cirúrgicos têm diferentes perfis de risco para função sexual, que devem ser discutidos individualmente com o Dr. Ricardo Inserra antes da decisão terapêutica.
Qual é o tempo de recuperação após a cirurgia de próstata por HPB?
Na ressecção transuretral (RTUp), o paciente fica internado 1 a 2 dias e retorna às atividades leves em 1 a 2 semanas. O Rezum e o UroLift permitem alta no mesmo dia com retorno mais rápido às atividades. A prostatectomia robótica tem internação de 1 a 2 dias e recuperação completa em 3 a 4 semanas.
Com que frequência devo consultar o urologista se tenho HPB?
Pacientes em tratamento medicamentoso devem ser reavaliados a cada 6 a 12 meses com urofluxometria e PSA. Após procedimentos cirúrgicos, o seguimento é mensal nos primeiros 3 meses e depois anual. O objetivo é monitorar a eficácia do tratamento e detectar precocemente qualquer progressão ou complicação.
Conclusão
A hiperplasia prostática benigna é uma condição muito prevalente em São Paulo e no Brasil, mas com tratamentos modernos altamente eficazes. Com o diagnóstico correto e o plano terapêutico adequado, é possível eliminar ou minimizar drasticamente os sintomas e recuperar a qualidade de vida. O Dr. Ricardo Inserra, urologista com mais de 20 anos de experiência, especialista em HPB e registrado no CRM-SP, atende pacientes nos bairros de Moema, Itaim Bibi, Jardins e Paulista em São Paulo. Não adie o cuidado com sua saúde urológica.
SEO content by The Turn AI