O Rezum é uma das mais recentes e promissoras tecnologias para o tratamento da hiperplasia prostática benigna (HPB). Aprovado pelo FDA americano e amplamente utilizado em centros de excelência urológica no mundo, o Rezum chegou a São Paulo como uma alternativa real para homens que sofrem com sintomas urinários e desejam evitar a cirurgia convencional. O procedimento utiliza vapor de água para destruir o tecido prostático em excesso que comprime a uretra, restaurando o fluxo urinário de forma eficaz e duradoura. Em bairros como Moema, Itaim Bibi e Jardins, o Dr. Ricardo Inserra, urologista com mais de 20 anos de experiência e inscrito no CRM-SP, é referência no uso do Rezum e outras tecnologias minimamente invasivas para HPB. Neste artigo, você vai entender como o Rezum funciona, quem são os candidatos ideais, quais são os resultados esperados e como é o processo de recuperação em São Paulo.

Como o Rezum Funciona: A Ciência do Vapor de Água

O Rezum (Water Vapor Therapy) utiliza a energia contida no vapor de água para provocar necrose por coagulação no tecido prostático hiperplásico. Durante o procedimento, um dispositivo fino é introduzido pela uretra (sem incisões externas) até a próstata. Pequenas doses de vapor de água a 103°C são injetadas diretamente no tecido prostático em excesso, destruindo as células que comprimem a uretra. O processo libera 1.100 joules de energia por grama de vapor, o que equivale a uma quantidade precisa de calor suficiente para necrosar o tecido-alvo sem afetar estruturas adjacentes como o esfíncter urinário e os feixes neurovasculares. O corpo absorve naturalmente o tecido destruído ao longo das semanas seguintes, reduzindo progressivamente o volume prostático e aliviando a obstrução uretral. Cada aplicação de vapor dura apenas 9 segundos, e o procedimento completo leva de 10 a 20 minutos, geralmente realizado sob sedação leve ou anestesia local em regime ambulatorial, sem necessidade de internação.

Quem São os Candidatos Ideais para o Rezum

O Rezum é indicado para homens com HPB moderada a grave, com próstatas entre 30 e 80 mL, que apresentam sintomas urinários (IPSS ≥ 8) e não responderam adequadamente aos medicamentos ou desejam evitá-los. Ele é especialmente vantajoso para homens sexualmente ativos, pois preserva a função ejaculatória — diferentemente da ressecção transuretral da próstata (RTUp) convencional, que frequentemente causa ejaculação retrógrada. Pacientes com lobo médio prostático proeminente também são bons candidatos, uma vez que o dispositivo permite tratar essa região com eficácia. Por outro lado, pacientes com próstatas muito pequenas (abaixo de 30 mL), com retenção urinária grave, com infecção urinária ativa ou com marcapasso cardíaco sem autorização do cardiologista devem ser avaliados com cautela. O Dr. Ricardo Inserra, com consultório na Paulista e Moema em São Paulo, realiza uma avaliação criteriosa que inclui urofluxometria, ultrassom prostático e escore IPSS antes de indicar o Rezum para cada paciente.

Resultados do Rezum: O Que Dizem os Estudos Clínicos

Os resultados do Rezum são sustentados por múltiplos estudos clínicos randomizados publicados em periódicos de alto impacto como o Journal of Urology. O estudo pivotal com 5 anos de seguimento demonstrou redução média de 11,4 pontos no escore IPSS, melhora de 44% no fluxo urinário máximo e redução de 29% no resíduo pós-miccional. Mais de 80% dos pacientes relataram melhora significativa na qualidade de vida relacionada à micção. A taxa de reintervenção em 5 anos foi de apenas 11%, comparável à da RTUp para próstatas de tamanho semelhante. A função erétil foi preservada em mais de 95% dos casos, e a ejaculação anterógrada foi mantida em mais de 90% dos pacientes — dados muito superiores aos da RTUp convencional. A Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) inclui o Rezum nas suas diretrizes como opção terapêutica válida para HPB, o que reforça a credibilidade do procedimento no contexto brasileiro. Em São Paulo, o Dr. Ricardo Inserra acompanha seus pacientes com retornos programados para monitorar a resposta ao tratamento.

Recuperação e Pós-Procedimento no Rezum

Uma das maiores vantagens do Rezum é a brevidade do pós-procedimento. O paciente retorna para casa no mesmo dia com uma sonda vesical (cateter), que geralmente é retirada após 3 a 7 dias. Durante esse período, pode haver desconforto leve e urgência miccional, que são esperados e controlados com analgésicos comuns. A melhora dos sintomas urinários começa a ser percebida progressivamente entre 2 e 6 semanas após o procedimento, à medida que o tecido prostático tratado é absorvido. A melhora máxima costuma ser atingida entre 3 e 6 meses. Diferentemente da RTUp, não há risco de sangramento significativo, não há internação, e o retorno às atividades normais ocorre em poucos dias. Atividades físicas intensas devem ser evitadas por 2 semanas. O acompanhamento com urofluxometria, PSA e ultrassom é realizado no 1º, 3º e 6º mês após o procedimento. Pacientes do Dr. Ricardo Inserra nos bairros de Moema, Itaim Bibi e Jardins em São Paulo relatam alta satisfação com a experiência do Rezum e com o suporte pós-procedimento oferecido pelo consultório.

Perguntas Frequentes

O Rezum é doloroso?

O procedimento é realizado sob sedação leve ou anestesia local, por isso o paciente não sente dor durante a aplicação. No pós-procedimento imediato, pode haver desconforto leve semelhante a uma irritação urinária, que é controlado com analgésicos comuns e geralmente cessa em poucos dias após a retirada da sonda.

O Rezum pode ser repetido se os sintomas voltarem?

Sim. Como o procedimento não altera a anatomia urológica de forma irreversível, ele pode ser repetido em caso de recidiva dos sintomas. Também é possível realizar RTUp ou outros procedimentos após o Rezum, caso necessário, sem comprometer o resultado cirúrgico.

O plano de saúde cobre o Rezum?

A cobertura do Rezum pelo plano de saúde ainda é variável no Brasil. Alguns planos de saúde já incluem o procedimento mediante justificativa médica. É importante consultar a operadora antes de agendar. O consultório do Dr. Ricardo Inserra em São Paulo pode auxiliar na documentação necessária para solicitação de cobertura.

O Rezum trata o lobo médio da próstata?

Sim, esse é um diferencial importante do Rezum em relação ao UroLift, que tem dificuldade em tratar o lobo médio prostático. O dispositivo Rezum pode ser posicionado para tratar o lobo médio com a mesma eficácia dos lobos laterais, tornando-o uma opção mais versátil para diferentes anatomias prostáticas.

Quanto tempo dura o efeito do Rezum?

Os dados de 5 anos do estudo pivotal mostram que mais de 80% dos pacientes mantêm melhora sustentada dos sintomas sem necessidade de reintervenção. O Rezum não impede o crescimento futuro da próstata, portanto, em casos de progressão da HPB ao longo dos anos, pode ser necessária nova avaliação urológica.

Conclusão

O Rezum representa um avanço significativo no tratamento da hiperplasia prostática benigna, oferecendo eficácia comparável à cirurgia convencional com muito menos riscos e recuperação muito mais rápida. Para homens em São Paulo que buscam uma solução definitiva para os sintomas urinários sem abrir mão da função sexual, o Rezum pode ser a opção ideal. O Dr. Ricardo Inserra, especialista com mais de 20 anos de experiência e CRM-SP, atende nos bairros de Moema, Itaim Bibi, Jardins e Paulista. Agende sua avaliação e descubra se o Rezum é a solução certa para você.

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